...O Senhor Deus tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden (no Paraíso!) para o cultivar e guardar. Deu-lhe este preceito: "Podes comer do fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dele comeres, morrerás indubitavelmente"...

Ao vivo Ecorádio Oficina Geral & EcoBrasil

Get the Flash Player to see this player.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Como era de se esperar a Bolsa Maximiano estava furada!

.
.

Depois de tanto atraso, o resultado do Edital da Bolsa de Publicações Doutor Maximiano da Mata Teixeira foi no minimo colegial.




Como sempre quando a política se intromete na cultura, a coisa nunca vai bem. Aliás nada vai bem quando se envolve a " politiquice ". É o caso da Bolsa que previa em seu edital a publicação de uma obra de ficção, uma de poesia e duas de não ficção como mostra cópia do edital abaixo


.
Apesar de terem atribuído o enorme atraso na publicação  ao grande volume de obras inscritas, o resultado final foi a publicação de apenas duas obras de não ficção com títulos bem sugestivos : Memórias de Petelico – Infância, de autoria de José Leandro Bezerra Júnior (J.J. Leandro), com pseudônimo: Carlos Maranhão, e Mulheres de Fibra, de autoria de Luciene de Oliveira Dias, com pseudônimo (nada mais, nada menos que) Quebradeira de Coco.

Segundo informação no Diário Oficial de 30 de novembro de 2009, “não houve selecionado na categoria de Obras de Ficção, por não terem os trabalhos nela inscritos, atendido as exigências mínimas para serem publicados”.

O que ficou no ar e sem explicação, é o fato de não haver nenhum selecionado na Categoria Poesia, já que foram tantas as obras inscritas.


Pentateuco


Já vimos esse filme antes. Ou melhor, “já lemos esse livro antes”, como sempre quem não aborda temas como pequi, buriti, rio Tocantins e passarinho: não ganha festival, raramente expõe obras de arte e dificilmente publica um livro. Não que o regionalismo não tenha o seu valor. Longe disso. O problema é que deveria vigorar nos editais que o governo só apóia obras regionalistas. Isto pouparia muito o tempo e a paciência de quem produz outros gêneros, e que mereciam ter comissões de avaliação no mínimo capazes de compreender um texto surrealista, uma poesia sem rima, uma música que não seja sertaneja ou uma pintura que não seja natureza, nem morta e tampouco viva.

E teve gente que ainda apostou que se o Liberato Póvoa não estivesse concorrendo teria alguma chance de ganhar... ai, ai.



Angeli





 


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Sociable