...O Senhor Deus tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden (no Paraíso!) para o cultivar e guardar. Deu-lhe este preceito: "Podes comer do fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dele comeres, morrerás indubitavelmente"...

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domingo, 20 de junho de 2010

Não se iludam Senhores Coronéis, hoje quem manda na cidade é o crack!

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... Se é que os Senhores já não assumiram o comando.

Se ponderarmos que para os Senhores  quando se trata de poder, os fins sempre justificam os meios...



Paraíso do Tocantins, já foi chamada de a "Cidade Dormitório", por estar às margens da BR 153 e, por falta de investimentos na Cultura e no Turismo, só servir aos visitantes e passantes como local de dormir para descançar e seguir adiante rumo a lugares menos sem graça.

Porém como a falta de investimento em Cultura e Turismo continuou e atingiu também a Educação, o Social e a Segurança, agora começaram a chama-la também de "Paraíso do Crack".


Como chegamos a esse ponto? Sempre vemos os políticos dizendo "isso é uma coisa ruim", "vamos criar locais de atendimento aos usuários". Ora, irmãos! Que incompententes ordinários são esses carcamanos políticos!!! Ninguém mais administra nada! Apenas passam 4 anos fazendo campanha e torrando o dinheiro do contribuinte com obrinhas, projetinhos e asfaltinhos que juntos vêm acompanhados de mega eventos, super propagandas e hiper marketings. Ou seja se gasta mais com a divulgação do que com o trabalho.


E mais ordinária ainda é essa idéia de apenas criar locais de tratamento para usuários. Chega! A Fazeda da Esperança não suporta mais! E eles próprios não estão mais vislumbrando tanta esperança assim, diante do constante aumento de jovens dependentes e principalmente do aumento de usuários de crack, pois esses na grande maioria dos casos, não têm esperança e nem salvação.

Somos uma cidade doente e temos que assumir isso já! Não me venham com comparações com outras cidades, dizendo que lá está bem pior e que aqui ainda está razoávelmente controlado. Razoável é o cérebro do imbecil que disse isso! Não podemos esperar piorar pra tomar alguma providência. 

E chega de retórica senhores funcionários do povo! Vamos largar a propaganda de faz de conta e realizar algo de concreto e realmente sério! Vamos construir uma administração que perpasse as eleições e que seus frutos perpetuem e atinjam seus objetivos, mesmo que a longo prazo!

Vamos prevenir e não tentar remediar o que não tem mais remédio! Ainda dá tempo de salvar muitos jovens em nossa cidade! Basta que se invista realmente em Educação, em Cultura e Lazer de qualidade. Parem de ficar patrocinando  estas festinhas escrotas e importando as porcarias dos outros estados! Vamos valorizar a nossa gente, vamos estimular nossos talentos, vamos colocar um cinema pra funcionar naquele teatro oco e mudo, para nossos filhos podertem assistir um bom filme ao invéz de ficar tomando cachaça e conhecendo as drogas nas festinhas patrocinadas pelos Senhores! Vamos criar condiçoes para que nossos jovens descubram e desenvolvam seus talentos na escola, ensinando-lhes como utilizar o senso crítico para que não fiquem se iludindo com as merdas que a televisão os impõe! Vamos valorizar nossos artistas locais criando eventos culturais e PAGANDO os mesmos para se apresentarem aos nossos jovens, ao invéz de massacra-los e de obriga-los a irem embora em busca de sobrevivência condenando o múnicípio a perder sua identidade cultural. Saibam vocês que muitos jovens drogados da cidade são talentos frustrados por vocês!

Levantem suas bundas esquálidas de suas cadeiras macias e confortáveis seus ordinários incompetentes! Sei que muitos de vocês têm filhos e não pensem que eles estão livres do perigo!

Vejam que droga vocês estão fazendo:

Crack é uma droga feita a partir da mistura de cocaína  com bicarbonato de sódio geralmente fumada.[1] É uma forma impura de cocaína e não um sub-produto. O nome deriva do verbo "to crack", que, em inglês, significa quebrar, devido aos pequenos estalidos produzidos pelos cristais (as pedras) ao serem queimados, como se quebrassem. A fumaça produzida pela queima da pedra de Crack,chega ao sistema nervoso central em dez segundos, devido ao fato de a área de absorção pulmonar ser grande e seu efeito dura de 3 a 10 minutos, com efeito de euforia mais forte do que o da cocaína, após o que produz muita depressão, o que leva o usuário a usar novamente para compensar o mal-estar, provocando intensa dependência. Não raro, o usuário tem alucinações, paranóia (ilusões de perseguição).

Em relação ao seu preço, é uma droga mais barata que a cocaína.[2]

O uso de cocaína por via intravenosa foi quase extinto no Brasil, pois foi substituído pelo crack, que provoca efeito semelhante, sendo tão potente quanto a cocaína injetada. A forma de uso do crack também favoreceu sua disseminação, já que não necessita de seringa — basta um cachimbo, na maioria das vezes improvisado, como uma lata de alumínio furada, por exemplo.

Efeitos

O crack eleva a temperatura do corpo, podendo causar no dependente um acidente vascular cerebral. A droga também causa destruição de neurônios e provoca a degeneração dos músculos do corpo (rabdomiólise), o que dá aquela aparência característica (esquelética) ao indivíduo: ossos da face salientes, braços e pernas finos e costelas aparentes. O crack inibe a fome, de maneira que os usuários só se alimentam quando não estão sob seu efeito narcótico. Outro efeito da droga é o excesso de horas sem dormir, e tudo isso pode deixar o dependente facilmente doente.O livro OVERDOSE do pesquisador paraibano Jair Cesar de Miranda Coelho,membro do Conselho Estadual de Entorpecentes-CONEN PB, faz uma analise comparativa entre o consumo de crack na decada de noventa e qual o perfil do consumidor e usuario de crack no Brasil atualmente.

A maioria das pessoas que consome bebidas alcoólicas não se torna alcoólatra[carece de fontes?]. Isso também é válido para outras drogas. No caso do crack, com apenas três ou quatro doses, às vezes até na primeira, o usuário se torna completamente viciado[carece de fontes?]. Normalmente o dependente, após algum tempo de uso da droga, continua a consumi-la apenas para fugir do desconforto da síndrome de abstinência — depressão, ansiedade e agressividade —, comum a outras drogas estimulantes.

Após o uso, a pessoa apresenta quadros de extrema violência, agressividade que se manifesta a princípio contra a própria família, desestruturando-a em todos os aspectos, e depois, por consequência, volta-se contra a sociedade em geral, com visível aumento do número de crimes relacionados ao vício em referência[1].

O consumo de crack fumado através de latas de alumínio como cachimbo, uma vez que a ingestão de alumínio está associada a dano neurológico, tem levado a estudos em busca de evidências do aumento do alumínio sérico em usuários de crack.[3]
[editar] Associação à prática de crimes e promiscuidade

O uso do crack — e sua potente dependência psíquica — frequentemente leva o usuário à prática de delitos, para obter a droga[carece de fontes?]. Os pequenos furtos de dinheiro e de objetos, sobretudo eletrodomésticos, muitas vezes começam em casa[carece de fontes?]. Muitos dependentes acabam vendendo tudo o que têm a disposição, ficando somente com a roupa do corpo[carece de fontes?]. Em alguns casos, podem se prostituir para sustentar o vício[carece de fontes?]. O dependente dificilmente consegue manter uma rotina de trabalho ou de estudos e passa a viver basicamente em busca da droga, não medindo esforços para consegui-la[carece de fontes?]. O crack pode causar neurofilexia e doenças reumáticas, podendo levar o indivíduo a morte.

Embora seja uma droga mais barata que a cocaína, o uso do crack acaba sendo mais dispendioso: o efeito da pedra de crack é mais intenso, mas passa mais depressa, o que leva ao uso compulsivo de várias pedras por dia.
[editar] Chances de recuperação

As chances de recuperação dessa doença, que muitos especialistas[carece de fontes?] chamam de "doença adquirida" (lembrando que a adição não tem cura[carece de fontes?]), são muito baixas, pois exige a submissão voluntária ao tratamento por parte do dependente, o que é difícil, haja vista que a "fissura", isto é, a vontade de voltar a usar a droga, é grande demais. Além disso, a maioria das famílias de usuários não tem condições de custear tratamentos em clínicas particulares ou de conseguir vagas em clínicas terapêuticas assistenciais, que nem sempre são idôneas[2]. É comum o dependente iniciar, mas abandonar o tratamento[3].

A imprensa também tem mostrado as dificuldades sofridas por parentes de viciados em crack para trata-los.[4] Casos extremos, de familias que não conseguem ajuda no sistema publico de saude, são cada vez mais comuns. A melhor forma de tratamento desses pacientes ainda parece ser objeto de discussão entre especialistas, mas muitos psiquatras e autoridades posicionam-se a favor da internacao compulsória em casos graves e urgentes, o que exigiria uma previsão na Lei de Drogas e aumento de vagas em clínicas públicas que oferecem esse tipo de internação[5].

A recuperação não é impossível, mas depende de muitos fatores, como o apoio familiar, da comunidade e a persistência da pessoa (vontade de mudar). Além disso, quanto antes procurada a ajuda, mais provável o sucesso no tratamento.

Seis vezes mais potente que a cocaína[carece de fontes?], o crack tem ação devastadora provocando lesões cerebrais irreversíveis[carece de fontes?] e aumentando os riscos de um derrame cerebral ou de um infarto.

Ao contrário do que se poderia imaginar, porém, não são as complicações de saúde pelo uso crônico da droga, mas sim os homicídios, que constituem a primeira causa de morte entre os usuários, resultantes de brigas em geral, ações policiais e punições de traficantes pelo não-pagamento de dívidas contraídas nesse comércio. Outra causa importante são as doenças sexualmente transmissíveis, como o HIV por exemplo, por conta do comportamento promíscuo que a droga gera. O modo de vida do usuario, enfim, o expõe à vitimizacao, muitas vezes e infelizmente, levando-o a um fim trágico.

Um estudo:[4] O pesquisador Marcelo Ribeiro de Araújo acompanhou 131 dependentes de crack internados em clínicas de reabilitação e concluiu que usuários de crack correm risco de morte oito vezes maior que a população em geral. Cerca de 18,5% dos pacientes morreram após cinco anos. Destes, cerca de 60% morreram assassinados, 10% morreram de overdose e 30% em decorrência de aids.
Fonte: Wikipédia

Um comentário:

  1. Conta-se a história de que aquele menino que jogava pelada aqui na rua, foi visto dormindo na estação, com fome, sem medo, com dor e com frio. Acontece que o próprio sistema que o criou, o chama de pivete, ladrão e trombadinha. Sentindo o peso no mundo sobre as costas, tirou uma pedra do bolso e colocou sobre si o peso da pedra, o peso da pedra. Mais viciante, contudo, menos pesada que o espaço que precisa viver! O peso da pedra!

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